quinta-feira, 17 de julho de 2008

Vila-Nova-Dos-Sobrinhos


Já está! conseguimos expôr a "vila" na loja de uma amiga. Aqui está o ensaio que fizemos... Depois havemos de tirar umas fotografias da montra.

terça-feira, 15 de julho de 2008

A Morte nada é.
Eu estou apenas noutro lado, eu sou eu, tu és tu.
Aquilo que eramos um para o outro continuamos a ser.
Chamem-me como sempre me chamaram.
Falem-me como sempre me falaram.
Não mudem o tom de voz,
nem façam um ar solene ou triste.
Continuem a rir daquilo que juntos nos fazia rir.
Brinquem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.
Que o meu nome seja pronunciado em casa
como sempre foi;
Sem qualquer ênfase, sem qualquer sombra.
A vida significa o que sempre significou.
Ela é aquilo que sempre foi;
O "fio" não foi cortado.
Porque é que eu, estando longe do vosso olhar,
estaria longe do vosso pensamento ?.
Espero-vos, não estou longe,
somente do outro lado do caminho.
Como vêem, tudo está bem.


Não sei quem foi o autor, mas sei que gosto deste poema...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Estamos a construir uma vila...

Estas são as novas casitas. Transformámos a casa da avó em atelier de férias e, aos poucos, vai surgindo uma vila à maneira antiga, sem prédios, sem centros comerciais nem nada dessas coisas que os meus dois "artesãos"-sobrinhos conhecem tão bem!